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Corsan aumenta cloro na água para combater vírus da doença diarreica aguda no RS

Corsan aumenta cloro na água para combater vírus da doença diarreica aguda no RS
Corsan aumenta cloro na água para combater vírus da doença diarreica aguda no RS
No início de outubro, 25 cidades do Estado tiveram surtos identificados pela Vigilância em Saúde. O vírus causador da doença pode apresentar resistência ao cloro
A Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) anunciou, nesta quinta-feira (21/10), o aumento do nível de cloro na água distribuída aos consumidores. A medida é uma forma de prevenção contra a doença diarreica aguda. As informações são do portal G1 RS.
No dia 8 de outubro, o Rio Grande do Sul confirmou um surto da doença em 25 municípios, afetando mais de 2 mil pessoas desde agosto deste ano. A Secretaria Estadual de Saúde informou ao G1 que um novo boletim, com dados atualizados, está sendo produzido.
Conforme a Corsan, o abastecimento de água não tem relação com o surto. No entanto, a companhia aumentou os níveis de cloro em 80%, de 0,5 partes por milhão (ppm) para 0,9 ppm.
"A companhia ressalta a importância da manutenção dos reservatórios domésticos limpos, desinfectados periodicamente e tampados para evitar qualquer contaminação", diz a empresa.
O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) afirma que o vírus pode apresentar resistência às concentrações de cloro aplicadas na água tratada.
Amostras de água de municípios com o surto foram enviadas pelo Cevs para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.
Doença diarreica aguda
A doença é causada pelo norovírus. De acordo com médicos epidemiologistas, a doença atinge mais crianças com menos de 5 anos. Ambientes de creches e escolas são os locais mais comuns para esses tipos de surtos.
Entre os sintomas, estão diarreia (que pode ou não ser acompanhada de dor abdominal), náusea, vômito e febre. A doença pode provocar desnutrição e desidratação intensas e, se não for tratada, leva à morte. Especialistas recomendam que o médico deve ser procurado logo que os primeiros sintomas se manifestarem.
- A contaminação, geralmente, é pela água e, em alguns casos, pela comida. É uma doença grave e que exige cuidado médico imediato - alerta o epidemiologista, Paulo Petry, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Fonte(s): G1

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