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Dia Nacional de Luta contra Endometriose 
Reprodução/Divulgação .

Política

Dia Nacional de Luta contra Endometriose 

Lei do deputado Victorino garante atendimento às mulheres gaúchas 

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Neste dia 13 de março, que celebra o Dia Nacional de Luta contra Endometriose, o deputado Gustavo Victorino comemora o resultado a partir da primeira lei de sua autoria em prol da qualidade de vida das mulheres. Trata-se da a Lei Nº 16.071/23 que institui a Política Estadual de Luta Contra a Endometriose no Rio Grande do Sul, que estabelece o atendimento multidisciplinar, a formação e capacitação de profissionais especializados no atendimento às pacientes e o estímulo a exames para diagnóstico da doença.   

A partir da legislação, o primeiro núcleo de saúde da mulher voltado ao tratamento clínico e cirúrgico de pacientes com endometriose foi instalado no Hospital Materno Infantil Presidente Vargas (HMIPV), em Porto Alegre, que está atendendo cirurgias de maior complexidade e reduzindo a fila de espera que era de cerca de dois anos. 

“O Centro é um grande avanço para a saúde da mulher”, relata o diretor técnico do hospital Bryan Asuj, informando que estão sendo realizados mutirões para agilizar o atendimento. 

A endometriose, uma doença que atinge uma em cada dez mulheres no Brasil, é caracterizada pela presença do endométrio – tecido que reveste o interior do útero – fora da cavidade uterina, ou seja, em outros órgãos da pelve: trompas, ovários, intestinos e bexiga. A enfermidade é uma das principais causas de infertilidade, cujos sintomas incluem cólicas menstruais, dores abdominais, entre outras que afetam a qualidade de vida das pacientes, podendo levar a morte. 

“Muito feliz por poder contribuir para a saúde da mulher, no combate a essa doença tão dolorosa e que merece toda a nossa atenção, agradecendo a todas as pessoas e o sistema público que acolheu a proposta e tornou o combate à endometriose uma realidade. Já são 17 projetos de lei em prol das mulheres, tanto na saúde como no combate à violência, na luta pela dignidade e garantia dos direitos das gaúchas”, afirma Victorino.

FONTE/CRÉDITOS: Ascom
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