Por unanimidade, a Assembleia Legislativa aprovou o projeto de lei que reajusta o piso salarial dos professores do Estado. A correção no vencimento será de 5,4%, o mesmo índice aplicado ao piso nacional do magistério, e será paga de forma retroativa a partir de 1º de janeiro.
Para que os novos salários passem a valer, o texto ainda precisa ser sancionado pelo governador Eduardo Leite, que havia encaminhado o projeto em regime de urgência, no início de fevereiro. Apesar de o projeto já estar aprovado, os deputados ainda precisam votar a redação final da lei antes de ser encaminhada ao Palácio Piratini, o que está previsto para ocorrer na sessão da próxima terça-feira (31).
Com isso, a previsão é de que os novos salários sejam pagos a partir da folha de abril, depositada no dia 30 do mês, enquanto o retroativo do primeiro trimestre deve ser pago em folha suplementar. O reajuste incide sobre toda a tabela do magistério estadual, incluindo professores inativos e pensionistas com direito à paridade. Profissionais temporários também serão contemplados.
O salário de entrada na carreira passa de R$ 5.111,05 para R$ 5.387,05, considerando uma jornada de 40 horas semanais. O impacto financeiro declarado pelo governo para o ano de 2026 é de R$ 424 milhões. O piso nacional do magistério é atualizado anualmente pelo Ministério da Educação e serve de referência para o vencimento dos professores nas redes públicas de ensino.
FONTE/CRÉDITOS: GZH
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