A exigência do exame toxicológico no Rio Grande do Sul para quem vai tirar a primeira habilitação começou nesta terça-feira (1º) e já aumenta a procura por laboratórios credenciados. O teste, que antes era obrigatório apenas para condutores das categorias profissionais C, D e E, agora também é exigido de quem pretende obter a primeira habilitação para dirigir motos e carros, nas categorias A e B.
O teste busca identificar o uso de substâncias como anfetaminas, canabinoides e opiáceos. A coleta deve ser realizada em laboratórios credenciados à Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). O exame analisa o consumo de substâncias em um período retrospectivo que varia de 90 a 180 dias antes da coleta, dependendo do material biológico utilizado.
A mudança não afeta quem já havia iniciado o processo de habilitação até esta segunda-feira (31). Para os demais candidatos, a realização do exame passa a ser obrigatória.
Conforme o Detran, a expedição da permissão para dirigir só ocorrerá depois que o laboratório registrar no sistema federal o resultado negativo do exame toxicológico do candidato. Quem tiver resultado positivo terá de refazer o exame, até que o resultado não indique mais a presença das substâncias analisadas.
FONTE/CRÉDITOS: Gaúcha ZH
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