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Motorista de aplicativo reage a sequestro e mata suspeito na Serra Catarinense
Reprodução/Divulgação.

Policial

Motorista de aplicativo reage a sequestro e mata suspeito na Serra Catarinense

Com saída prevista de Anita Garibaldi com destino a Zortéa

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Uma corrida de aplicativo terminou em tragédia na região da Serra Catarinense, após o motorista — policial militar da reserva — ser vítima de um sequestro e reagir à ação criminosa, resultando na morte de um dos suspeitos. O caso ocorreu durante trajeto que passava por municípios da região.
Conforme relatado pela vítima, a viagem foi solicitada por telefone, com saída prevista de Anita Garibaldi com destino a Zortéa, e pagamento realizado antecipadamente. No decorrer do caminho, dois homens embarcaram no veículo e, posteriormente, o destino foi alterado para Campo Belo do Sul, onde um terceiro indivíduo juntou-se ao grupo.
A situação transformou-se em crime quando o carro parou em um ponto indicado pelos passageiros. Um dos homens aplicou o golpe conhecido como "mata-leão" no motorista, rendendo-o com o auxílio de uma faca. A vítima teve as mãos amarradas e foi levada para o banco traseiro, enquanto um dos criminosos assumiu o volante. Durante o deslocamento, o grupo informou que seguiriam para São José do Cerrito, onde o motorista seria executado, e chegaram a mencionar que o crime havia sido encomendado.
Nas proximidades do portal de acesso a São José do Cerrito, parte dos envolvidos desceu do veículo, momento que possibilitou ao motorista desvencilhar-se das amarras. Ao perceber a reação da vítima, um dos sequestradores tentou atacá-lo novamente com a faca. Neste momento, o ex-policial reagiu com arma de fogo, efetuando um disparo que atingiu o agressor, que morreu no local. Os outros dois suspeitos conseguiram fugir em direção a uma área de mata e não foram encontrados até o momento.
Logo após o ocorrido, a vítima pediu ajuda a pessoas que transitavam pela região, que acionaram a Polícia Militar. Equipes de segurança realizaram buscas com suporte de setores especializados e uso de tecnologias, como drones, porém não localizaram os envolvidos na fuga.
A Polícia Civil foi comunicada e, em análise preliminar, considerou a ação da vítima como legítima defesa. A Polícia Científica realizou os procedimentos de perícia e remoção do corpo. O suspeito morto não portava documentos pessoais e, até o momento, segue sem identificação oficial.
As investigações continuam em andamento, com objetivo de identificar o autor morto, localizar os demais integrantes do grupo e esclarecer todos os detalhes da ação criminosa, incluindo a suposta encomenda do crime.
 
FONTE/CRÉDITOS: Notícia no Ato
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