Criado em 2020, no município de Passo Fundo, o projeto Viveiro de Cidadania, desenvolvido pela Cotrijal, vem se consolidando como uma importante iniciativa que une inclusão social e preservação ambiental. O espaço conta com o trabalho de 56 colaboradores com deficiência intelectual e múltipla, que participam diretamente do cultivo de mudas de árvores e flores.
Durante a Expodireto Cotrijal, o viveiro fica instalado ao lado esquerdo do acesso principal do parque. O estande permite que visitantes conheçam de perto o trabalho realizado ao longo do ano. Durante os cinco dias de feira, os colaboradores do viveiro mostram o processo de produção das mudas e compartilham informações com o público da feira.
A coordenadora do Viveiro de Cidadania, Maria Carolina Rovani, explica que a participação na feira é uma oportunidade de apresentar o trabalho desenvolvido e também de promover a inclusão. “Esses colaboradores da Cotrijal trabalham todos os dias diretamente na produção de mudas de árvores nativas, de pinheiro araucária e também de flores. Algumas das flores que ornamentam o parque da Expodireto fomos nós que trouxemos e plantamos aqui com a nossa equipe”, destaca.
Esta é a quarta participação do projeto na Expodireto, onde o grupo apresenta aos visitantes as atividades realizadas no viveiro. Além disso, durante os dias da feira, são distribuídas mudas de árvores nativas ao público interessado. “Estamos aqui mostrando o nosso trabalho e contando a nossa história para os visitantes. Em todas as edições anteriores distribuímos, em média, de seis a sete mil mudas de árvores nativas durante os cinco dias da feira. Neste ano trouxemos sete mil mudas para garantir que todos que tiverem interesse possam levar uma”, afirma Maria Carolina.
O Viveiro de Cidadania funciona em parceria com a Associação de Pais e Amigos Excepcionais (Apae) de Passo Fundo, que disponibiliza o espaço onde as atividades são realizadas. Muitos dos colaboradores envolvidos já participavam das atividades da Apae e encontraram no projeto uma oportunidade de inserção no mercado de trabalho.
A produção das mudas envolve diferentes etapas e equipes. Alguns colaboradores participam da coleta de sementes, que são levadas ao viveiro para seleção e preparo. Em seguida, o material passa pelo processo de germinação em estufas e casas específicas para o desenvolvimento inicial das plantas. Depois disso, os colaboradores assumem os cuidados diários com as mudas, que incluem manutenção, irrigação e organização para realizar a distribuição.
Durante a Expodireto Cotrijal, o viveiro fica instalado ao lado esquerdo do acesso principal do parque. O estande permite que visitantes conheçam de perto o trabalho realizado ao longo do ano. Durante os cinco dias de feira, os colaboradores do viveiro mostram o processo de produção das mudas e compartilham informações com o público da feira.
A coordenadora do Viveiro de Cidadania, Maria Carolina Rovani, explica que a participação na feira é uma oportunidade de apresentar o trabalho desenvolvido e também de promover a inclusão. “Esses colaboradores da Cotrijal trabalham todos os dias diretamente na produção de mudas de árvores nativas, de pinheiro araucária e também de flores. Algumas das flores que ornamentam o parque da Expodireto fomos nós que trouxemos e plantamos aqui com a nossa equipe”, destaca.
Esta é a quarta participação do projeto na Expodireto, onde o grupo apresenta aos visitantes as atividades realizadas no viveiro. Além disso, durante os dias da feira, são distribuídas mudas de árvores nativas ao público interessado. “Estamos aqui mostrando o nosso trabalho e contando a nossa história para os visitantes. Em todas as edições anteriores distribuímos, em média, de seis a sete mil mudas de árvores nativas durante os cinco dias da feira. Neste ano trouxemos sete mil mudas para garantir que todos que tiverem interesse possam levar uma”, afirma Maria Carolina.
O Viveiro de Cidadania funciona em parceria com a Associação de Pais e Amigos Excepcionais (Apae) de Passo Fundo, que disponibiliza o espaço onde as atividades são realizadas. Muitos dos colaboradores envolvidos já participavam das atividades da Apae e encontraram no projeto uma oportunidade de inserção no mercado de trabalho.
A produção das mudas envolve diferentes etapas e equipes. Alguns colaboradores participam da coleta de sementes, que são levadas ao viveiro para seleção e preparo. Em seguida, o material passa pelo processo de germinação em estufas e casas específicas para o desenvolvimento inicial das plantas. Depois disso, os colaboradores assumem os cuidados diários com as mudas, que incluem manutenção, irrigação e organização para realizar a distribuição.
As exportações brasileiras de ovos, considerando produtos in natura e processados, totalizaram 2.939 toneladas em fevereiro, conforme dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume representa crescimento de 16,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 2.527 toneladas.
Em receita, o avanço foi ainda maior. As vendas internacionais do setor somaram US$ 6,175 milhões no mês, valor 25,1% superior ao registrado em fevereiro de 2025, quando as exportações totalizaram US$ 4,936 milhões.
No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o Brasil exportou 6.025 toneladas de ovos, resultado 23,4% acima do registrado no mesmo período do ano anterior, quando o volume embarcado chegou a 4.884 toneladas. Em termos de receita, o crescimento comparativo foi de 37,9%, passando de US$ 9,122 milhões em 2025 para US$ 12,583 milhões nos dois primeiros meses deste ano.
Entre os principais destinos das exportações brasileiras de ovos em fevereiro estão Chile, com 767 toneladas embarcadas, aumento de 156,8% na comparação anual. Também aparecem como mercados relevantes os Emirados Árabes Unidos, com 531 toneladas (-3,1%), o Japão, com 524 toneladas (+143,5%), e o México, com 284 toneladas (+12,7%).
De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o desempenho das exportações reflete o fortalecimento da presença internacional da cadeia produtiva de ovos brasileira e a ampliação da diversificação de mercados.
Segundo ele, os resultados registrados no início do ano demonstram crescimento consistente das exportações, especialmente em mercados da Ásia, do Oriente Médio e da América Latina. Santin destacou ainda que a competitividade do produto brasileiro e a abertura de novos destinos têm ampliado o espaço da produção nacional no comércio internacional, contribuindo para consolidar gradualmente a cultura exportadora do setor de ovos.
FONTE/CRÉDITOS: Ascom Cotrijal
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